so down today
domingo, fevereiro 08, 2015
terça-feira, fevereiro 03, 2015
365-34
Hoje foi dia de batalhas
grandes...com quadrados, abóbadas, capelas inacabadas que nada têm de imperfeito.
Todos os dias deviam de ser assim...
grandes...com quadrados, abóbadas, capelas inacabadas que nada têm de imperfeito.
Todos os dias deviam de ser assim...
segunda-feira, fevereiro 02, 2015
sexta-feira, janeiro 30, 2015
domingo, janeiro 25, 2015
sábado, janeiro 17, 2015
quinta-feira, janeiro 15, 2015
terça-feira, janeiro 13, 2015
segunda-feira, janeiro 12, 2015
domingo, janeiro 11, 2015
sábado, janeiro 10, 2015
sexta-feira, janeiro 09, 2015
quinta-feira, janeiro 08, 2015
quarta-feira, janeiro 07, 2015
terça-feira, janeiro 06, 2015
365-6
salta-me a mola...
quando não há deveres
quando tudo são direitos
quando tudo são certezas
salta-me a mola
e a roupa fica por secar....
segunda-feira, janeiro 05, 2015
domingo, janeiro 04, 2015
sábado, janeiro 03, 2015
sexta-feira, janeiro 02, 2015
quinta-feira, janeiro 01, 2015
domingo, dezembro 21, 2014
quinta-feira, novembro 27, 2014
domingo, outubro 19, 2014
quinta-feira, outubro 16, 2014
quarta-feira, outubro 01, 2014
quinta-feira, setembro 25, 2014
sexta-feira, setembro 05, 2014
# 5 (14-15)
iupiiii consegui
interiro e sem diminuir de tamanho :)
quando se lê a receita até ao final até que parecer fácil
ehehhehe
quinta-feira, setembro 04, 2014
quarta-feira, setembro 03, 2014
terça-feira, setembro 02, 2014
segunda-feira, setembro 01, 2014
sábado, agosto 30, 2014
quarta-feira, agosto 27, 2014
Espero-te
Texto premiado Menção honrosa na prova literária da Feira do livro da Nazaré 2014
:)
Espero-te.
Sentada, frente ao mar, com o aroma a
vida salgada a que me habituaste.
A minha pele está tisnada deste sal,
deste sol, deste viver.
Sinto-a viva.
Em cada sulco nela marcado, sinto-te.
O tempo passou e deixou-nos, a ti e a
mim, as marcas de uma vida com sal.
Sem ramerrame, uma vida preenchida…
De mar, esta imensidão que tantas vezes
me encheu os olhos.
Me encheu a alma.
Uniu-nos, o mar
Ainda me arrepio com a sensação do mar
na minha pele.
Como se fosse a primeira vez eu arrepio.
Vem, disseste tu, vem ao banho…
A tua mão, a minha inocência e o mar.
Sempre o mar.
Aquela caricia sem toque…
Que nos une e tantas vezes nos separa.
Sentada frente ao mar, espero-te.
Não há ninguém na praia que me diga que
voltas.
Mas eu sei.
Eu sinto.
Na minha pele,
Na brisa que o mar me traz ,
Eu sinto,
Que não espero em vão.
O céu carrega-se de um negro doloroso.
Mas eu espero.
Como se hoje fosse o dia que disseste:
vem.
Eu espero
Antecipo o teu abraço, o teu sabor a
mar.
Aquele olhar …
Aquele toque.
Subscrever:
Mensagens (Atom)









































