O jogo das cartas descontraiu-me.
Apetece-me dormir nos teus braços...
amanhã Estónia, barco bem cedo para apanhar...
Incrivel a quantidade de pessoas que vai no barco...incrivel como ocupam o tempo a beber ...3 horas de conversa, sono, muita bebida...para chegar a Tallin
Afastamo-nos do karaoke...txiii alguns não se podem mesmo ouvir.
segunda-feira, abril 07, 2008
sábado, abril 05, 2008
VI
quinta-feira, abril 03, 2008
V
LumiLinna 2008
Ai Kemi Kemi
Tanto mar tanta neve, tanto gelo que me faz estar sempre assim: de pé atrás para cada movimento que faço.

Parece que revejo certas relações quando penso o que é caminhar sobre o gelo.
Agora que escrevo sobre isso...será que a minha também é assim???
Caminhamos e mão dada ...com o máximo cuidado para não nos magoar...mas à menor distração. Caímos.
O pior é se nos magoamos a sério...e ficamos a conhecer um dos poucos médicos que não confia no genérico. Um bom sistema de saude???!!! Ok...6 horas de espera. Por favor não me deixes cair e ficar na melhor das hipoteses com um braço partido.
Entramos na capela. Acendi uma vela mental.

e entrei no quarto ao lado. puxei-te e pedi: chama:os....

Apetecias-me, apetecia-me...
Ai Kemi Kemi
Tanto mar tanta neve, tanto gelo que me faz estar sempre assim: de pé atrás para cada movimento que faço.
Parece que revejo certas relações quando penso o que é caminhar sobre o gelo.
Agora que escrevo sobre isso...será que a minha também é assim???
Caminhamos e mão dada ...com o máximo cuidado para não nos magoar...mas à menor distração. Caímos.
O pior é se nos magoamos a sério...e ficamos a conhecer um dos poucos médicos que não confia no genérico. Um bom sistema de saude???!!! Ok...6 horas de espera. Por favor não me deixes cair e ficar na melhor das hipoteses com um braço partido.
Entramos na capela. Acendi uma vela mental.

e entrei no quarto ao lado. puxei-te e pedi: chama:os....
Apetecias-me, apetecia-me...
quarta-feira, abril 02, 2008
IV
Na terra do Pai Natal
Num comboio onde não se podem comprar bilhetes sentados, espera-se que a viagem dure menos que 6 horas.

Nada feito, eram mesmo 6 horas mas sentei...
Numa carruagem, simpática...quentinhaaaaa.
Deitei no teu colo.
Tiramos o meu xaile (como eu gostava de o usar como dom de voz), e colocamo-lo sobre mim. Colocaste a tua mão sobre o meu coração e esperaste que o sono que nunca chegou chegasse.
Sensações sempre novas foram surgindo como as imagens sempre predominantemente brancas que iam paasando por nós.


No fim sufoquei um bocejo contorci-me e abri os braços. Chegámos.

A Terra do Pai Natal. Branca como até aqui. Mas com a magia no ar de quem espera a cada momento um duende a sair correndo ao chamado do seu mestre maior.
Rovaniemi.
Lindos desenhos nos telhados qual chapéus de duendes.


Andamos de um lado para o outro.
Vimos promessas em formas de chucha...prateleiras com nomes de países e cartas...muitas cartas, por mais que pesquisassemos a nossa nao estava lá.
Marcamos a entrevista. Fomos até à rua. Tocamos no circulo polar ártico.

E ouvimos o nosso nome....corremos.
Finalmente íamos provar que ele existe.
E ele existe mesmo...por vezes com olhos diferentes, por vezes com pele diferente , mas existe. O Pai Natal existe.
Só isso justifica o dinheiro que gastei na foto.
Dissemos olá boa tarde e ele falou. Existe e fala. Incrivel.
Ah , espanha!!???
Pronto ...estragou tudo...ou talvez não. O senhor tem tanto que fazer que pode ainda nao se ter actualizado e não ter lido as noticias depois do dia 24 de Junho de 1128.
Aí sim. Segundo as maus línguas perdemos todas as hipóteses de ser felizes. Felizes e viver bem.
A mão que ele colocou sobre ti acendeu o teu lado homófobico. Raio do homem...pensaste.
Este ano não vais ter prendas :).
Descemos as escadas rumo à rua vendo desenhado nas paredes todos os planos que permitem a este senhor levar as prendas a todos, todos aqueles que não pensam...Raio do Homem.
Saímos, outra vez. E decidimos...Vamos ao Museu do M.
Num comboio onde não se podem comprar bilhetes sentados, espera-se que a viagem dure menos que 6 horas.

Nada feito, eram mesmo 6 horas mas sentei...
Numa carruagem, simpática...quentinhaaaaa.
Deitei no teu colo.
Tiramos o meu xaile (como eu gostava de o usar como dom de voz), e colocamo-lo sobre mim. Colocaste a tua mão sobre o meu coração e esperaste que o sono que nunca chegou chegasse.
Sensações sempre novas foram surgindo como as imagens sempre predominantemente brancas que iam paasando por nós.


No fim sufoquei um bocejo contorci-me e abri os braços. Chegámos.

A Terra do Pai Natal. Branca como até aqui. Mas com a magia no ar de quem espera a cada momento um duende a sair correndo ao chamado do seu mestre maior.
Rovaniemi.
Lindos desenhos nos telhados qual chapéus de duendes.


Andamos de um lado para o outro.
Vimos promessas em formas de chucha...prateleiras com nomes de países e cartas...muitas cartas, por mais que pesquisassemos a nossa nao estava lá.
Marcamos a entrevista. Fomos até à rua. Tocamos no circulo polar ártico.

E ouvimos o nosso nome....corremos.
Finalmente íamos provar que ele existe.
E ele existe mesmo...por vezes com olhos diferentes, por vezes com pele diferente , mas existe. O Pai Natal existe.
Só isso justifica o dinheiro que gastei na foto.
Dissemos olá boa tarde e ele falou. Existe e fala. Incrivel.
Ah , espanha!!???
Pronto ...estragou tudo...ou talvez não. O senhor tem tanto que fazer que pode ainda nao se ter actualizado e não ter lido as noticias depois do dia 24 de Junho de 1128.
Aí sim. Segundo as maus línguas perdemos todas as hipóteses de ser felizes. Felizes e viver bem.
A mão que ele colocou sobre ti acendeu o teu lado homófobico. Raio do homem...pensaste.
Este ano não vais ter prendas :).
Descemos as escadas rumo à rua vendo desenhado nas paredes todos os planos que permitem a este senhor levar as prendas a todos, todos aqueles que não pensam...Raio do Homem.
Saímos, outra vez. E decidimos...Vamos ao Museu do M.
terça-feira, abril 01, 2008
III
Saí da sauna. Darwin deu um abraço meigo, um beijo na testa e disse
..cresce. Precisas disso para te libertares.

Estavas à minha espera na borda da piscina.
Nua, sofri o embate da água tépida de menos para o que me apetecia sentir.
O beijo no pescoço levou-me de novo até outros mundos. Isto de estar no pais do Pai Natal traz vantagens, ja estamos dentro de um sonho.
Antes de sair da água já estava combinado todo percurso...íamos mesmo visita-lo.
Assim tinhamos a hipotese de entregar a carta que nunca chegamos a escrever. Tu a pedires a volta ao mundo e eu a pedir que voltes rápido.
Saímos para comer.

Salmão com batata e molho de mozzarella.
O ar sério do homem atrás do balcão mostrou as sombras que cedo surgem na noite que teima em chegar.

Deve ser o frio que o impede de sorrir , isso ou ar super aquecido do restaurante.
Ao nosso lado copos e copos vazios empilham-se na conversa dos dois amigos que teimam em pouco dialogar.
Saboreamos a boa refeição e caminhamos pela neve até ao hotel.

No outro dia , bem cedo teriamos que estar na estação e partir em busca de uma ideia perdida ou da luzinha vermelha que o rudolfo diz ter.
..cresce. Precisas disso para te libertares.

Estavas à minha espera na borda da piscina.
Nua, sofri o embate da água tépida de menos para o que me apetecia sentir.
O beijo no pescoço levou-me de novo até outros mundos. Isto de estar no pais do Pai Natal traz vantagens, ja estamos dentro de um sonho.
Antes de sair da água já estava combinado todo percurso...íamos mesmo visita-lo.
Assim tinhamos a hipotese de entregar a carta que nunca chegamos a escrever. Tu a pedires a volta ao mundo e eu a pedir que voltes rápido.
Saímos para comer.

Salmão com batata e molho de mozzarella.
O ar sério do homem atrás do balcão mostrou as sombras que cedo surgem na noite que teima em chegar.

Deve ser o frio que o impede de sorrir , isso ou ar super aquecido do restaurante.
Ao nosso lado copos e copos vazios empilham-se na conversa dos dois amigos que teimam em pouco dialogar.
Saboreamos a boa refeição e caminhamos pela neve até ao hotel.

No outro dia , bem cedo teriamos que estar na estação e partir em busca de uma ideia perdida ou da luzinha vermelha que o rudolfo diz ter.
segunda-feira, março 31, 2008
II
Na sauna com Darwin

Gosto de fazer sauna. Sentir as gotas de suor percorrerem o meu corpo e deixarem-me assim…pura.
Pura!!!! Pois, quem me conhece acha difícil isto acontecer…mas vai acontecendo. Bem lá no íntimo a sauna deixa-me limpa de hipocrisia social…pelo menos aquela que se cola a mim quando converso com “amigos”.
E fazer sauna com Darwin é uma experiência única. Sinto que evoluo. Até me consigo sentir apta para sobreviver numa sociedade politicamente correcta.
Darwin prende a barba com um pequeno gancho rosa, cruza as pernas à chinês e diz: porquê essa ruga entre as sobrancelhas???!!!
Opsss parece que ele já topou que algo não está bem.
Sorrio, tento disfarçar …pego na sua mão quente, seguro num dedo e passo-o no meu colo húmido. Nada demais, respondo. Pensamentos demasiado espessos para saírem com esta sauna. Terei que esperar por amanhã…para ver se consigo, me diluir .
Deito um pouco mais de água nas brasas e o calor queima-me o cheiro que tenho de ti. Tranpiro, e Darwin assume que estou apta para poder saltar para a gélida água que rodeia o nosso viver. Como ele está enganado. Nunca se está preparado para saltar, ou pelo menos para saltar no escuro e agora é noite…muito escura. Evoluí, mas não tanto assim.

Gosto de fazer sauna. Sentir as gotas de suor percorrerem o meu corpo e deixarem-me assim…pura.
Pura!!!! Pois, quem me conhece acha difícil isto acontecer…mas vai acontecendo. Bem lá no íntimo a sauna deixa-me limpa de hipocrisia social…pelo menos aquela que se cola a mim quando converso com “amigos”.
E fazer sauna com Darwin é uma experiência única. Sinto que evoluo. Até me consigo sentir apta para sobreviver numa sociedade politicamente correcta.
Darwin prende a barba com um pequeno gancho rosa, cruza as pernas à chinês e diz: porquê essa ruga entre as sobrancelhas???!!!
Opsss parece que ele já topou que algo não está bem.
Sorrio, tento disfarçar …pego na sua mão quente, seguro num dedo e passo-o no meu colo húmido. Nada demais, respondo. Pensamentos demasiado espessos para saírem com esta sauna. Terei que esperar por amanhã…para ver se consigo, me diluir .
Deito um pouco mais de água nas brasas e o calor queima-me o cheiro que tenho de ti. Tranpiro, e Darwin assume que estou apta para poder saltar para a gélida água que rodeia o nosso viver. Como ele está enganado. Nunca se está preparado para saltar, ou pelo menos para saltar no escuro e agora é noite…muito escura. Evoluí, mas não tanto assim.
domingo, março 30, 2008
I
Pela primeira vez existi acima das minhas possiblidades.
Provinciana, como alguém já me chamou(eu prefiro pensar que sou continental), tirei os pés da terra e desta vez não foi só a mente que voou. Desta vez eu também fui.

E passei por aqui, por ali e por mais além. Neste périplo levei-te comigo, sempre.
Sentiste?
Voaste comigo?
Ou os teus sonhos não são sonhados comigo?
Não respondas ...quero ser ignorante nesse campo e continuar assim, a viajar contigo.
Digo-te que existem momentos totalmente dispensaveis quando se viaja a sonhar.
Para quê aquelas senhoras com gestos estudados que ninguém apreende? Num momento de aflição em que ao contrário doque diz os GNR as asas não são para voar...na queda que se seguisse lembraria -me eu de gestos tão bem executados???
Dúvido...mas esta é a minha opinião.
Parti, sonhei...
Provinciana, como alguém já me chamou(eu prefiro pensar que sou continental), tirei os pés da terra e desta vez não foi só a mente que voou. Desta vez eu também fui.

E passei por aqui, por ali e por mais além. Neste périplo levei-te comigo, sempre.
Sentiste?
Voaste comigo?
Ou os teus sonhos não são sonhados comigo?
Não respondas ...quero ser ignorante nesse campo e continuar assim, a viajar contigo.
Digo-te que existem momentos totalmente dispensaveis quando se viaja a sonhar.
Para quê aquelas senhoras com gestos estudados que ninguém apreende? Num momento de aflição em que ao contrário doque diz os GNR as asas não são para voar...na queda que se seguisse lembraria -me eu de gestos tão bem executados???
Dúvido...mas esta é a minha opinião.
Parti, sonhei...
sábado, março 29, 2008
prefácio
s. m.,
texto preliminar existente no início de um livro;
Terá nome de livro este meu texto?
não sei...mas sei que vai ter prefácio;
escrito por mim, que o escrevo de seguida ao prefácio
bem, agora penso que não tenho título, que título dar a algo que não está ainda alinhavado. "Desalinhos"? Não sei...agora fica assim...(a)titulado
(do Gr. a
pref. de origem grega que exprime a noção de privação ou negação)
pode ser que no fim da palavra fim alguém e bom senso me sugira um título para o meu não livro.
CAPA

Título
_______________________________
Prefácio
Por vezes existe em nós nós tão apertados que nem as letras de fronte de nós nos libertam da dor das suas amarras.
Mas, por vezes existe em nós uma força de Ícaro tão grande que nos faz libertar de nós e voar para bem longe, para terras desde sempre sonhadas ...
texto preliminar existente no início de um livro;
Terá nome de livro este meu texto?
não sei...mas sei que vai ter prefácio;
escrito por mim, que o escrevo de seguida ao prefácio
bem, agora penso que não tenho título, que título dar a algo que não está ainda alinhavado. "Desalinhos"? Não sei...agora fica assim...(a)titulado
(do Gr. a
pref. de origem grega que exprime a noção de privação ou negação)
pode ser que no fim da palavra fim alguém e bom senso me sugira um título para o meu não livro.
CAPA

Título
_______________________________
Prefácio
Por vezes existe em nós nós tão apertados que nem as letras de fronte de nós nos libertam da dor das suas amarras.
Mas, por vezes existe em nós uma força de Ícaro tão grande que nos faz libertar de nós e voar para bem longe, para terras desde sempre sonhadas ...
terça-feira, março 11, 2008
lapis vermelho
sábado, março 08, 2008
sexta-feira, março 07, 2008
Chegada agora...
namorar
domingo, março 02, 2008
Marita
A Professora Marita foi homenageada na passada sexta feira 29 de Fevereiro, no Salão Moinho de Vento em Almeirim...Sentiu-se o quanto se gosta dela .Beijitos para ela.
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
domingo, fevereiro 24, 2008
Avalanche e Cor
sábado, fevereiro 23, 2008
mea culpa
Fragmentos de Emoção
Fragmentos de Emoção
"É um trabalho de 47 fotógrafos com origens em diversos pontos do mundo a apresentar num livro com as dimensões aproximadas de 26 por 18 centímetros e de aproximadamente 200 páginas.A capa é de autoria de Ruben Ortet, um artista em ascensão.O facto de ser uma antologia permite que o tema seja livre, os autores vão apresentar as suas melhores criações dos últimos tempos, bem como uma sinopse bibliográfica, tudo isto a ocupar quatro páginas por autor." in http://nunoalexsousa.blogspot.com/2008/02/fragmentos-de-emoo-as-3-fotos-que-sero.html
o meu obrigada a António Vieira da Silva
http://fotosactual.blogspot.com/
http://www.editorialminerva.com/diversos-1995-2004.htm
"É um trabalho de 47 fotógrafos com origens em diversos pontos do mundo a apresentar num livro com as dimensões aproximadas de 26 por 18 centímetros e de aproximadamente 200 páginas.A capa é de autoria de Ruben Ortet, um artista em ascensão.O facto de ser uma antologia permite que o tema seja livre, os autores vão apresentar as suas melhores criações dos últimos tempos, bem como uma sinopse bibliográfica, tudo isto a ocupar quatro páginas por autor." in http://nunoalexsousa.blogspot.com/2008/02/fragmentos-de-emoo-as-3-fotos-que-sero.html
o meu obrigada a António Vieira da Silva
http://fotosactual.blogspot.com/
http://www.editorialminerva.com/diversos-1995-2004.htm
terça-feira, fevereiro 19, 2008
lá no alto
domingo, fevereiro 03, 2008
mácula
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